Iluminismo
→ Racionalismo. Foram as ideias dos pesadores da Evolução Científica, dos filósofos gregos antigos e dos escritores renascentistas que formaram a base do pensamento iluminista.
→ Humanismo. O pensamento iluminista pregava a promoção do bem comum através da cooperação humana. A felicidade de todos era vista como algo possível, desde que esse fosse a meta comum, a visão de todos, dando-se lugar à razão em detrimento da superstição e da ignorância.
→ Antiabsolutismo. O Iluminismo rejeitava radicalmente a concentração de poder, que deveria ser exercido pelo povo. Segundo Jean-Jacques Rousseau, o Estado deveria ser concebido como fruto da vontade do povo, que seria o verdadeiro soberano. Os governos, por sua vez, deveriam apenas executar a lei, a serviço do povo.
→ Divisão de Poderes. Apresentada pelo pensador Charles-Luis de Secondat, barão de Montesquieu, a partição dos poderes serviu para impedir sua concentração. Sua proposta acabou tornando-se a base da organização política dos regimes democráticos dos países do Ocidente, cujos Estados são divididos pelo Legislativo, Executivo e Juduciário. Daí sua importância.
→ Defesa dos Direitos Naturais do Homem. Direito à vida, à propriedade da terra e à liberdade são alguns dos direitos naturais e inalienáveis citados por John Locke. Segundo sua teoria, o homem já nasce com eles. Cabe ao Estado o dever de preservá-los e garantir seu exercício.
→Anticlericalismo. Baseado em ideias como a teoria do direito divino, o Absolutismo tinha na Igreja Católica um forte aliado na manutenção e concentração do poder. Por esta razão o clero foi visto pelos pensadores iluministas como um forte inimigo do humanismo, e as religiões como um amontoado de coisas irracionais que impediam o desenvolvimento intelectual. Voltaire se referia à Igreja Católica como “A Infame”.
→ Enciclopedismo. Com o intuito de estruturar e organizar a política e as relações sociais, os pensadores