História do design - resumo
AM3DG – H. DO DESIGN - RESUMO
Estados Unidos
Em 1988 não existiam profissionais capazes de elaborar um cartaz publicitário nos Estados unidos. Isso obriga muitas empresas a fazer encomendas a anti-modernistas europeus como Touluose-Lautrec.
Somente as vésperas da Segunda Guerra, quando ocorreu uma grande migração de designers e artistas europeus proporcionou ao país escolas ou tendências inteiras.
Procedentes da Bauhaus, Moholy (tentou instituir uma nova bauhaus em Chicago), Van der Rohe, Groupius, entre outros se fixaram nos EUA.
Nos Estados Unidos a situação era diferente. Já havia várias agencias de publicidade em que afigura do diretor de arte já era presente, tamanha a grandeza das empresas jornalísticas. Enquanto campo profissional o design já estava bastante desenvolvido e precário no conceitual.
Na Europa o design era arte, nos Estados Unidos, comércio. O design foi racionalizado para apenas persuadir e alimentar a máquina capitalista; é elemento de apóio a publicidade, a indústria e o comércio.
Nos anos 50 os EUA se tornaram a grande potencia do design gráfico mundial, seu paradigma, o funcionalismo que gera um design que se basta em ser competente e criativo.
Suíça
A neutralidade do estado Suíço permitiu a retomada dos movimentos vanguardistas cortados pelo nazismo na segunda guerra. Os métodos e pedagogia da Bauhaus e as diretrizes da Internacional Construtivista foram aproveitadas. Enquanto países ocupados pelos nazistas sofriam a Suíça pode continuar o processo.
O estilo Suíço encontrou na Helvética a expressão gráfica da funcionalidade ordem e racionalidade. Os tipos sem serifa eram codificados como modernidade, tanto que a tipografia futura foi usada na propaganda do terceiro Reich como signo da plenitude do estado nazista. A Helvética é uma adaptação dessa tipografia.
Max Bill foi o primeiro diretor e mentor da escola de Ulm que influenciou a concepção de design industrial que está na base do projeto do Esdi