Gestão em redes
• Redes são novas formas de organização social, do Estado ou sociedade, intensivas em tecnologia da informação e baseadas na cooperação entre unidades dotadas de autonomia (Castells, 1996).
• Intermediação de interesses – analisa as relações entre grupos de interesse e o Estado; originou na crítica ao pluralismo que pressupõe que os grupos sejam externos ao Estado; indicam existir relações de dependência.
• Governação – redes são forma particular de governança moderna centrada na estrutura e em processos conjuntos de políticas públicas; pressupõe sociedades com diferenciação social, setorialização e crescimento político.
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Subsidiariedade;
Flexibilidade;
Coordenação;
Participação cidadã;
Transparência;
Modernização tecnológica;
Profissionalização dos atores;
Retroalimentação e aprendizagem constantes;
• Mobilidade de recursos e diversidade de opiniões; • Prioridades mais democráticas e mais próximas do problema;
• Gestão adaptativa dada pela flexibilidade e pelo monitoramento;
• Estruturas horizontais dão maior sustentação porque negociação e autonomia estão preservadas; • Através da intersetorialidade é possível uma ação integrada das políticas sociais que garanta universalidade, integridade e equidade; • A participação da população na formulação e gestão das políticas públicas cria condições para o desenvolvimento da cidadania;
• Prestação de contas complexa;
• Lentidão de negociações e de construção de consensos; • Metas acordadas têm responsabilidades diluídas; • Dinâmica permite afastamento de atores comprometendo objetivos;
• Critérios de participação não explícitos abrem espaço para marginalização de grupos, instituições, regiões;
• Dificuldades de coordenação e controle de interdependências; • Falta de articulação das políticas econômicas e sociais;
• As redes são instrumentos fundamentais para a gerência das políticas