Gestão de Pessoas
O grupo enfrentando as resistências
Alguns gestores resistem a mudanças, pois as consideram um afrontamento à sua forma de agir e trabalhar. Porém, a resistência deve ser vista como um fator natural todavia com grande importância e deve ser tratada da maneira correta. É um aspecto próprio do processo; uma manifestação das contradições inerentes ao novo sistema e não deve ser controlada ou repressiva, pois tais condutas acabam por reforçar ainda mais a resistência.
O gestor deve discutir com sua equipe desde o início do trabalho essas possíveis resistências às mudanças, contribuindo assim para o amadurecimento da equipe. Ele deve ficar atento às resistências do início ao fim de sua implantação, tentando prever as facilidades e obstáculos que surgirão. Com o surgimento de uma resistência, o gestor deve buscar uma solução o quanto antes, pois sem a intervenção dos condutores da mudança, a resistência não desaparecerá.
É importante que o colaborador participe dos processos e procedimentos da estrutura organizacional, dessa forma ele se tornará muito mais comprometido. Quando implementadas com o uso do poder os participantes podem boicotar as decisões.
No lugar de substituir pessoas (colaboradores e/ou gestores) a fim de resolver um conflito, o gestor juntamente com sua equipe devem juntos refletir a respeito dos fatos, verificando o que pode estar prejudicando-os e juntos tentarem resolver.
O grupo: lealdade e confiança
As mudanças não acontecem de um dia para o outro, exigem paciência. Elas se relacionam com todo um sistema de valores estabelecidos, por isso muitas vezes para alterar a estrutura de uma organização é preciso modificar as bases, é um processo que gera situações conflituosas, as pessoas precisam de tempo para compreender, adaptar e passar a praticar novas habilidades e condições de trabalho.
Sendo assim o líder precisa considerar um tempo para esta transição, antes de implantar as modificações na organização.