força e tarefa
O enfrentamento da morte e processo de morrer pelo enfermeiro emerge sentimentos como: impotência, angústia, tristeza e medo. E esses sentimentos interferem na assistência prestada ao enfermo e sua família, mas, por outro lado, mostra-se que, apesar da vivencia constante com a morte, na sua prática, os enfermeiros ainda se sensibilizam com o processo de morte. (SOUZA et al, 2013). Em relação à habilidade em lidar com o processo de morte e morrer, a diferença entre leigos e os profissionais de saúde é que na vida destes, a morte faz parte do cotidiano e pode se tornar sua companheira de trabalho diário. (BORGES; MENDES, 2012). Abrantes, et al (2011), referem que para alguns profissionais, a morte é um processo natural que faz parte da existência humana, que pode assumir significados de transcendência, onde muitos a veem como um novo começo, uma passagem, um chamado e não um fim. O processo de negar a morte é usado como uma válvula de escape para que o atendimento ao paciente\ corpo ocorra de forma profissional, já que lidar com a morte lembra diversos sentimentos, muitas vezes difíceis de definir e lidar. (SOUZA; FARIA 2011). A exposição constante ao estresse gerado pelo contato diário com a morte e o morrer dos pacientes, sem que a instituição dê auxílio psicológico aos profissionais, pode prejudicar a saúde mental dos mesmos. (SANTOS; HORMANEZ, 2013). Em especial, falando sobre UTIS( Unidade de Terapia Intensiva), essas têm um nível de stress muito grande, visto que os pacientes estão em sua maioria em estado de saúde critico. (SANTOS, 2010). Segundo Silva et al. (2014) o enfermeiro da UTI cita que muitas vezes é envolvido por sentimentos angustiosos e afirma que, apesar da experiência profissional, a morte é algo difícil de presenciar, essa dificuldade esta relacionada a formação acadêmica. Já SULZBACHER et al (2009) relatam que quando perguntado ao enfermeiro sobre sua percepção em relação à morte, demostram certa banalização, pois concluem