Formação da consciência crítica
O ENIGMA DA RELIGIÃO
ALUNO: RUAN GUSTAVO NASCIMENTO FREITAS
PROFESSOR: ERMANO RODRIGUES
RECIFE/ 2012 1. A religião é a memória de uma unidade perdida e a nostalgia por um futuro de reconciliação – É um paralelo entre e a religião no paraíso e na cidade. Ele quer dizer neste trecho que o futuro seja de reconciliação, ou seja, tempo de união. 2. Estas eram partes de uma liturgia que se renova a cada dia e que celebrava um mundo que fazia sentido – Quando ele era criança tudo lhe era familiar, era rotineiro, pois ele sempre fazia as mesmas coisas e todas essas coisas faziam sentido. 3. O homem, das profundezas de sua impotência e das alturas de suas paixões, tece um mundo verbal que afirma e confirma as seus valores – Ele quer dizer que o homem cresce intelectualmente de acordo com os erros que comete, ou seja, ele aprende com os erros. 4. O fundamentalista é o homem consistente, incapaz de jogar uma pitada de humor dobre si mesmo – Ele mostra o que um fundamentalista é e o que faz e completa falando o que é o fundamentalismo. 5. Em nossas mentes a reforma da igreja e a redenção do mundo eram tarefas únicas. – Acabou essa ideia que a igreja é dona do poder e do saber, hoje frequentamos a igreja, não com aquela obrigação de antes, mas sim por crer numa divindade. 6. Valores, se não compartilhados, são esquecidos. Na medida em que valores não são fatos. – Os valores por mais fúteis que sejam devem ser compartilhados, pois com eles podemos ajudar a alguém a erguer-se. 7. Parece-me, na verdade, que quanto mais a igreja se volta para sí mesma, ainda que a preocupação deste voltar-se seja encontrar uma unidade perdida, mais a igreja se atola em suas próprias contradições. Ao contrário, ao abandonar-se numa entrega apaixonada a causa da redenção do homem, de forma concreta e sofrida, ela descobre aquilo que não havia buscado: A sua própria unidade. – A igreja por ser a detentora do poder se confunde