Fordismo
Origens e repercussões mais atuais. Caroline Ventura e Rita Alencar.
Introdução.
O Taylorismo e posteriormente o fordismo fomentaram novas culturas do trabalho que têm, como ponto de partida, as relações estabelecidas no espaço fabril, no processo de trabalho.
Influenciaram determinadas formas de poder e uma reordenação das forças sociais e políticas em toda a sociedade capitalista.
Apresentaremos aqui um contexto de fortes mudanças no processo de trabalho, o desdobramentos da internacionalização desses modelos, relacionando questões que extrapolam o espaço meramente industrial.
Nesta disputa histórica entre capital e trabalho, as táticas e estratégias de ação se sustentam, basicamente, na combinação do uso da força e do convencimento. E são as relações de forças que determinarão o resultado ou a síntese desta combinação.
Enfim, há uma grande redefinição do modo de trabalho e o modo de vida. Com a palavra, o próprio Taylor
Frederick Winslow Taylor, pai-fundador da “gerência científica do trabalho” ou “administração científica”.
História de vida...
Sua teoria surge como uma nova cultura do trabalho na passagem do século XIX para o século XX, os EUA começava a despontar como potencia mundial (pós-guerra).
Um novo padrão de gestão e organização do trabalho, que correspondia às exigências do mais novo momento do capitalismo no plano nacional, internacional e, principalmente, na sociedade americana. Este é o tempo em que os homens que vivem do trabalho precisam ser transformados “cientificamente”, a fim de que possam cumprir um papel chave na base técnica e mecânica da produção.
Controle efetivo do capital sobre o trabalho- “gerência científica”separação entre o trabalho manual e o trabalho intelectual.
Com a palavra, o próprio Taylor
Era preciso o controle do trabalho, impondo uma divisão e organização, uma hierarquia que garantisse a subordinação dos trabalhadores ao capital – maior