Evangelii gaudium
Esta exortação é um convite aos fiéis para uma nova etapa evangelizadora marcada pela alegria e que indique caminhos para a Igreja nos próximos anos.
No mundo capitalista que vivemos as pessoas tem deixado de ir ao encontro dos outros e vivendo isoladamente, transformando-as em pessoas queixosas, ressentidas e sem vida.
Todos são convidados a fazer um encontro pessoal com Jesus Cristo e deixar ser encontrado por Ele. Retomar a alegria do evangelho e colocar em pratica seus ensinamentos. Somente através da graça do encontro ou reencontro com o amor de Deus somos resgatados de nossa individualidade e somos impulsionados para irmos alem de nós mesmos.
O texto nos propõe que possamos receber a Boa-Nova dos lábios de ministros do Evangelho que irradiem fervor e amor.
A nova evangelização para a transmissão da fé cristã se fundamenta em 3 âmbitos:
1. Pastoral ordinária: “animados pelo fogo do Espírito a fim de incendiar os corações dos fiéis que freqüentam regularmente a comunidade, reunindo-se no dia do Senhor, para se alimentarem da sua Palavra e do Pão de vida eterna”.
2. Pessoas batizadas: que as pessoas vivam as exigências do Batismo. A Igreja reza pela conversão e que seja restituída a alegria da fé e o desejo de se comprometerem com o Evangelho.
3. Por ultimo frisamos que é preciso evangelizar aqueles que não conhecem Jesus Cristo ou que se recusam a conhecer o Evangelho. Todo cristão tem o dever de anunciar o evangelho, sem excluir ninguém não como imposição, mas como partilha.
Algumas diretrizes que possam encorajar e orientar a Igreja, nesta nova etapa evangelizadora, cheia de ardor e dinamismo. Que seja uma Igreja missionária; fortaleça a fé dos agentes pastorais; seja vista em sua totalidade o povo de Deus; melhora na preparação das homilias; inclusão social dos pobres; que tenha paz e o diálogo social e que realize motivações espirituais para o compromisso missionário.
Capítulo III - Anúncio do Evangelho
“Não pode haver