Estudante
Uma outra moradora do Aeroporto, que trabalha em um restaurante na área central usa diariamente o transporte coletivo municipal, inclusive aos domingos. Suas reclamações vão além da falta de cobertura nos pontos. “É um transtorno muito grande. Em dias de chuva tenho que levar uma outra roupa para usar no trabalho. Além disso, já cheguei várias vezes atrasada porque quando o ônibus passa lotado, o motorista não para. E no domingo ainda tiraram a linha do Tropical. Tenho que ir trabalhar de bicicleta”, desabafa ela, que preferiu não se identificar.
Do outro lado da cidade as reclamações são semelhantes. Dona Enedina Maria dos Santos , 64, mora na Rua Pavão, no Conjunto Cohapar e quando precisa se dirigir ao centro da cidade, em dias de chuva, vive um drama. O ponto mais próximo de sua casa fica no final da Rua das Palmeiras, que há mais de um ano ficou sem a cobertura. “Desde que o vento arrancou a cobertura, nunca mais repuseram. Em dias de chuva é horrível. A gente fica toda molhada. Para piorar, ainda tem uma calha que despeja água bem ao lado do ponto, espirrando sujeira na roupa”, lamenta Enedina, que também pede a instalação de um banco no local. “O banco seria bastante