Engenheiro
Análise do artigo da PwC
Henrique Miranda
Marketing de Serviços e Turismo
Abril 2014
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Introdução
O turismo é estratégico para a economia e para o emprego… e continuará a sê-lo nos próximos 10 anos! O turismo é motor relevante das exportações nacionais!
Apesar das pressões cíclicas que vivemos actualmente, o lazer continua a ser uma componente chave de consumo turístico, e existem um conjunto de tendências que irão afectar a sua procura. As empresas que conseguirem oferecer encenação, experiências e soluções turísticas de acordo com a realidade estrutural actual, sairão “vencedoras”. Um problema que se coloca, desde logo é a dissonância entre a visão governamental e a empresarial, com a necessidade desta de acções rápidas e eficazes, contrastando com as tendências burocratizantes e de oportunismo político que caracterizam as posturas dos sucessivos governos. Urge assim definir o Turismo como uma prioridade nacional e que seja encarado por todos os players como uma oportunidade para mudar o paradigma económico da nossa sociedade.
Existem reservas relativamente aos benefícios da utilização da marca Portugal e ao valor que esta possa acrescentar aos bens e serviços.
A afirmação de uma «marca-lugar» envolve relações dinâmicas entre entidades muito diversas e esforços significativos de coordenação (Hankinson 2004), onde o processo histórico de evolução do destino turístico condiciona fortemente a imagem a projectar no futuro (Kotler et al., 2005). A singularidade e a diferenciação dos destinos turísticos tendem a depender mais dos recursos naturais e culturais do que dos bens e dos serviços estritamente orientados para o turismo (ver, por exemplo, Kozak e Rimmington, 1999).
Daqui ser pertinente a análise que a PwC faz e os eixos que propõe como estratégicos.
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Análise e Síntese
Ganhar “peso” político.