Engenharia de Petróleo e gás
C. LOURENÇO
Podemos definir um sistema submarino de produção como sendo um conjunto de instalações submersas destinadas à elevação, injeção e escoamento dos fluidos produzidos e/ou movimentados em um campo de petróleo ou gás natural. O projeto de desenvolvimento de um campo visa a maximização da recuperação de petróleo e um custo mínimo operacional e de investimento de capital. PROF. JÚLIO CESAR DE C. LOURENÇO
Conceitua-se como arranjo submarino de produção, a escolha dos equipamentos que serão utilizados e de que maneira eles estarão dispostos (layout).
O arranjo final de um campo é o resultado de um processo de otimização que envolve diversas variáveis, tais como:
• Número de poços e posicionamento dos mesmos,
• Comprimento e diâmetro dos dutos de produção,
• Posicionamento da unidade produção flutuante,
• Tipo de ancoragem,
• Meios de instalação,
• Perfil de produção desejado,
• Necessidade de utilização de meios de elevação artificial, etc... Em um sistema submarino de produção, basicamente encontramos os seguintes equipamentos:
• Cabeça de Poço
• ANM (árvore de natal molhada)
• Dutos Submarinos
• Manifold
• PLEM (pipeline end manifold)
• PLET (pipeline end terminator)
As cabeças de poço submarinas suportam os revestimentos dos poços, resistem aos esforços do riser e fornecem vedação para o BOP.
Na fase de produção, de alojamento, travamento e vedação para o “suspensor” de tubulação e para a árvore de natal. A figura mostra um arranjo de uma cabeça de poço.
Modernamente, as cabeças de poço são preparadas para receber a base adaptadora de produção (BAP).
• Para Unidades Flutuantes;
• Para Unidades Apoiadas no Fundo do Mar.
De uma forma mais genérica atualmente podemos classificar as ANM’s quanto ao serviço e configuração.
Quanto ao serviço:
• ANM de Produção
• ANM de Injeção
Quanto à configuração:
• ANM Convencional ou Vertical
Diagrama genérico de uma árvore de