Eletrodeposição
Descrição O processo de aspersão térmica consiste na aplicação de um revestimento, metálico ou não-metálico, usando-se uma pistola de aspersão. Basicamente, o material sob a forma de pó ou fio é aquecido até o ponto de fusão e suas partículas são projetadas, por meio de ar comprimido, contra a superfície do substrato e aderem por impacto e resfriam, transformando-se no revestimento.
ASPERSÃO TÉRMICA
História Este processo foi inventado em 1896 pelo suíço Dr. Max Ulrich Schoop, inicialmente apenas para revestimento contra corrosão de estruturas metálicas. Após 1930, inicia-se nos EUA o uso da metalização em grande escala também para proteção quanto ao desgaste e recuperação de componentes em geral. Objetivo Conferir propriedades particulares à superfície, como a proteção à corrosão, resistência ao desgaste, endurecimento superficial, lubricidade e reconstituição de superfícies.
ASPERSÃO TÉRMICA
Possibilidade de aplicar o revestimento sobre peças de qualquer dimensão. Por se tratar de revestimento aplicado a baixa temperatura, não provoca alterações na estrutura do substrato Muitos revestimentos têm poros microscópicos que atuam como reservatório de lubrificante. Os revestimentos de superfície propiciam aplicações de acordo com os tipos de desgaste:
Desgaste por abrasão. Desgaste por aderência. Desgaste por corrosão. Desgaste por oxidação. Desgaste por erosão. Condutividade elétrica. Resistência térmica. Condutividade térmica. Processos combinados.
ASPERSÃO TÉRMICA
ETAPAS 1. Usinagem: Os processos para fins técnicos requerem uma preparação do substrato. Utiliza-se uma usinagem rústica ou acabamento de retifica de desbaste para auxiliar a adesão do material que não é somente mecânica. 2. Pré-Aquecimento: É necessário um pré-aquecimento no substrato para eliminar eventuais vestígios de óleo, graxa etc., não devendo a temperatura ultrapassar os 100ºC. 3. Jateamento O uso de jato de areia, óxido de alumínio ou granalha de aço