Economia - mercado consumidor plano de saúde
A área de saúde suplementar no Brasil passou por muitas transformações, quando houve a regulamentação do mercado pela lei 9.656/98 e a criação da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar em 2000, assim acontecendo grande avanço no mercado consumidor.
Abaixo segue dados, de tipos de consumidores referente às classes sociais A, B, C e D:
* Classe Alta e Classe Média Alta (A e B):
Com poder aquisitivo alto, não há dificuldade para adquirir algo ou suprir suas necessidades, buscam a melhor assistência em saúde, são consumidores de planos bem completos oferecidos pelas operadoras de saúde suplementar.
* Renda Familiar: * Classe A: Acima de R$ 9.745,00 * Classe B: R$ 7.475,00 a R$ 9.745,00
* Classe Média e Classe Média Baixa (C e D):
Com o crescimento aumentando cada vez mais, esta classe conta com o poder aquisitivo razoável, mas a maioria conta com planos empresariais. Se paga um valor menor e descontado diretamente em folha de pagamento, pode ser de categorias ambulatoriais ou individuais, dependendo de cada operadora, convênio da empresa ou escolha do trabalhador.
* Renda Familiar: * Classe C: R$ 1.734,00 a R$ 7.475,00 * Classe D: R$ 1.085,00 a R$ 1.734,00
A despesa de cada classe com plano de saúde está dentro da quarta maior despesa das famílias, os primeiros seriam habitação, alimentação e transporte.
Segundo pesquisa feita pelo IESS – Instituto de Estudo de Saúde Suplementar, foram desembolsados em torno de R$ 31.800 bilhões com planos de saúde no Brasil em 2008.
As famílias gastam cerca de 6% da renda com saúde, independente de sua renda. Porém, nas famílias de menor renda os medicamentos são a principal despesa e entre as mais ricas os medicamentos perdem espaço para plano de saúde.
Abaixo, gráfico com informações de gastos especificamente em planos de saúde, calculado por salários mínimos dentro da porcentagem citada acima:
A forma de compra deste