Ecletismo
ADEGILSON DONIZETE BAILÃO – B43GII-1
GLAUBER ALEXSANDER – B2077-G8
INGRID CRUZ – B3246G-7
NATALIA MAIA-B349GH-1
ECLETISMO EM SÃO PAULO
Trabalho de Resumo do Texto Ecletismo em São Paulo, da Matéria de História da Arquitetura Brasileira, do curso de Arquitetura e urbanismo, apresentado à Universidade Paulista – UNIP.
Profª: Ms. Marilisa Bertechini Bilia
ARAÇATUBA
2015
CARACTERÍSTICAS ARUITÊTONICAS
Antes que assumisse a condição de centro político e econômico São Paulo tinha uma das culturas mais pobre e mais isolada na qual continuou assim até após a independência, nada conseguia alterar os hábitos e costumes que eram ultrapassados e conservadores cheio de tabus. Onde a arquitetura presente nas construções era feitas de taipa de pilão conservando sempre a mesma planta.
Apesar dos últimos governadores-gerais terem introduzido algumas variações nas fachadas em meados do fim do século XVIII, não era o bastante para cerrar com as brincadeiras dos estudantes do Largo de São Francisco sobre a não utilização e o saber os progressos de uso dos materiais, na qual incomodava grande parte dos estudantes estrangeiros na qual já tinham acesso a muitas novidades europeias. Tornando a vida na cidade tediosa antes da vinda da riqueza do café. Tendo ficado sem conhecimento desde o fim do século XVIII até 1850.
A mais antiga construção que teve contato com neoclássica, à moda do novo Império, foi um sobrado da chácara afastado do centro histórico, que foi fotografada por Milão em 1860. Não tendo nenhum exemplo de construção neoclássica antes desta fotografia.
A vinda da riqueza do café
Foi o café que trouxe a prosperidade à cidade de São Paulo, após a instalação da estrada de ferro pelos ingleses em 1867 e em 1871 novos ferrovias foram chegando, como a Sorocabana e a Central do Brasil, na qual obrigatoriamente fez a cidade ver as novidades do mundo trazidas do porto de Santos.
A cidade de São Paulo ficou cosmopolita, com influência francesa