doze homens e uma sentença
Analisando todo ambiente apresentado no filme, o local onde se passa a decisão dos jurados, devido o dia quente de verão e falta de estrutura do local contribuíram muito para que se tornassem agressivos e estressados. O que gerou alguns atritos entre eles.
Além do mais, os 12 componentes são todos de origens, condições sociais, idades, religiões diferentes; que no momento inicial parecem estar todos de acordo com a decisão da condenação do réu, até o momento em que um senhor (um dos mais velhos do grupo) não concorda e pede que todos conversem sobre o assunto e não simplesmente deem os seus votos declarando-o culpado pelo crime sem ao menos discutirem o assunto, afinal de contas está em jogo o destino de alguém.
Neste momento onde é proposto ao grupo pensar sobre a questão, discutir, argumentar, questões individuais começam a emergir no grupo.
Todos componentes do grupo obedecem a leis do inconsciente, correspondendo a fantasias inconscientes de cada um e de todos e manifestam-se como defesas regressivas que acabam por opor-se ao desenvolvimento e evolução do grupo.
No filme há a busca de um líder que provenha às necessidades dos indivíduos e do grupo e que o direcionará para o cumprimento da tarefa. O grupo entra em atrito quando percebem que têm ideias diferentes sobre o julgamento em questão. Sendo que apenas um deles tenta “amenizar” a situação de conflito entre os membros do júri.
O grupo demonstra afastamento quando começam a questionar sua liderança e outras pessoas tentam assumir essa posição.
Foram criando objetivos internos e não externos como deveria ser feito para que aquilo terminasse logo e fossem para a casa. No momento que um integrante tem coragem de enfrentar o grupo e convidar a todos que despendam no mínimo uma hora para pensar na decisão que iriam tomar, começa a se formar subgrupo com opiniões diferentes. Os dois senhores mais velhos se unem para que todos discutam os assuntos e os