Dia da Logistica
O mundo, desde épocas remotas, serviu como um palco para inúmeras batalhas e guerras. Atualmente, vivenciamos alguns conflitos no Oriente Médio por motivos de poder e controle sobre o petróleo, apesar de não ser o motivo oficial divulgado pelos governos envolvidos nesta empreitada. A imprensa notifica situações delicadas e tensas entre alguns países, como exemplos posso citar Coréia do Norte acusada de afundar navio da Coréia do Sul, Irã e seu enriquecimento de urânio visto como ameaça por alguns países e apoiado por outros e, recentemente, o ataque de Israel à navios ativistas que seguiam rumo à Faixa de Gaza para distribuir suprimentos ao povo da Palestina. Enfim, o objetivo deste post não é comentar sobre estes acontecimentos globais, mas, não sei se posso dizer assim, comemorar o Dia da Logística.
Há 66 anos, no dia 06 de Junho de 1944, os Aliados (EUA, França, Reino Unido, Brasil e URSS) invadiram a praia de Normândia, França, para dar ínicio à operação de libertação do continente Europeu do domínio Nazista. Para ter êxito em tamanha missão, foi necessário a movimentação de um grande número de tropas e suprimentos, como ração (termo utilizado no exército para comida), armamentos e munições e equipamentos de vários tipos. Foi considerada a maior operação logística da época e, talvez, umas das maiores até o momento.
Numa guerra, quem tem supriementos à disposição leva vantagem em relação ao inimigo. Muitas missões de guerras são para sabotar e destruir os surpimentos do inimigo, deixando os despreparados e desmuniciados. Essa visão vêm da antiguidade, do tempo das batalhas de Alexandre, o Grande cujas conqusitas incluem um império que ia dos Balcãs à Índia, Egito e Báctria (atual Afeganistão) e inclusive a enorme Pérsia, conhecido hoje como Irã. As proezas de suas vitórias estão relacionadas ao fator surpresa, de atacar o inimigo que tivera os seus suprimentos sabotados.
Segundo BALLOU,