Daltonismo
Unidade Curricular de
Psicologia da Perceção
Design Multimédia
Orientador: Profª Fátima Simões
Covilhã, 8 de Janeiro de 2014
DALTONISMO
De acordo com os temas propostos pelo docente na aula da unidade curricular de Psicologia da Perceção para a realização do trabalho individual da mesma unidade curricular, escolhi o tema
Daltonismo.
Este trabalho inclui uma explicação do que é o daltonismo, o seu diagnóstico, os vários tipos de daltonismo, a origem genética e o seu tratamento, assim como, uma critica ao daltonismo na sociedade em que vivemos.
O principal objetivo deste trabalho é dar a entender o que o
Daltonismo é, e como é possível o ser humano viver com ele.
O daltonismo é uma alteração na visão, na qual o indivíduo é incapaz de diferenciar todas ou algumas cores, principalmente o verde do vermelho.
Geralmente, a transmissão do daltonismo é genética mas ocasionalmente podem resultar de doenças oculares, e também pode surgir devido a lesões nas estruturas dos olhos ou nos neurônios responsáveis pela visão.
Cerca de 8% dos homens sofrem de daltonismo, enquanto apenas cerca de 0.5% das mulheres sofrem da mesma doença. A explicação é que os homens possuem apenas um cromossoma X, enquanto as mulheres possuem dois cromossomas X. Para uma mulher ser daltónica é preciso que seus dois cromossomas contenham um gene recessivo responsável pelo daltonismo.
Tudo acontece porque, na retina, a membrana que cobre a face interna do olho, se encontram as células fotorreceptoras, os chamados cones, que permitem a perceção da cor. E esses cones são precisamente três, cada um sensível a um pigmento: vermelho, verde e azul. Num daltónico, um ou mais dos diferentes tipos de cones não funciona corretamente ou nem sequer existe, o que impede o cérebro de receber a informação que lhe permite descodificar a cor associada.
Nos casos mais comuns de daltonismo, as pessoas desenvolvem um sistema de referência próprio,