Código azul
1 – Estudar a incidência e a forma como são atendidas as paradas cardiorrespiratórias, nas diversas instituições médicas;
2 - sistematizar o atendimento de pacientes com suspeita de PCR, de forma a abreviar, ao máximo, o acesso ao suporte básico e avançado de vida, sempre que se fizer necessário;
3 - aumentar a taxa de sobrevida em pacientes com PCR;
4 - diminuir os custos hospitalares e sociais das PCR.
O Código Azul deverá ocorrer em 3 etapas:
1ª. etapa: levantamento, análise, treinamento de equipe piloto, organização e definição dos demais procedimentos necessários.
2ª. etapa: treinamento dos diversos níveis de funcionários da instituição, conforme seu papel no Código Azul e corrente de sobrevida, implantação de rotinas e procedimentos pertinentes. 3ª. etapa: acompanhamento, manutenção e atualizações dos procedimentos periodicamente.
Etapa 1
Fase 1 - Convocação dos responsáveis pelas unidades/áreas da instituição para explanação e apresentação da Implantação do Código Azul (ativação de um comitê interno de RCP)
Fase 2 - Atividade 1: levantamento retrospectivo de dados sobre casos de parada cardiorrespiratória da instituição. No caso de instituições que não possuam nenhum tipo de registro das paradas cardiorrespiratórias, esta primeira fase será realizada no projeto de implementação do Código Azul, com o objetivo de conhecer essa incidência por unidade, além de diagnosticar dificuldades e necessidades de cada setor. Será preenchido um formulário, baseado no Método de Utstein, que analisará quatro variáveis: hospitalares, dos pacientes, da parada cardiorrespiratórias e de evolução.
Formulário a ser preenchido por enfermeiro treinado, após visita diária nas diferentes unidades da instituição, em conjunto com o médico que fez o atendimento e a revisão dos prontuários dos pacientes vítimas de parada cardiorrespiratórias.
O tempo estimado para realização dessa 1ª etapa não deve ser maior que 30 dias.
- Atividade 2: