Conto Felicidade Clandestina
Professora: Fernanda
Nome: Lívia Maria Lelis Silveira Nº: 27
Nome: Luiza Lima de Souza Campos Nº: 32
Nome: Maria Luiza Sampaio Barroso Nº: 34
Nome: Maria Vitória Marques Fantini Nº: 35
Nome: Sofia Pimenta Siluzzio Nº: 42
Narrador(a)
Menina magra
Menina gorda
Bibliotecária
Mãe da menina gorda
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto as outras meninas ainda eram achatadas. Como se não bastasse, enchiam os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava: _ E nós menos ainda...até para aniversários, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entrega um cartão da loja do pai que, ainda por cima, era da paisagem de Recife mesmo! (Malu dá o cartão para Mavi) Mas tinha um talento sem igual para a crueldade! E como chupava balas! (Malu chupa uma bala e o pirulito fazendo barulho) _E como ela devia nos odiar! Comigo então exerceu sua raiva com enorme sadismo. Já que (Malu oferece o livro) Todos os dias ela ia na casa da filha do dono da livraria, com a esperança de consegui r o livro emprestado. _Oi! Você pode me emprestar o livro? _Ah! Emprestei para uma outra menina. Volte amanha! (mavi sai boquiaberta) Depois de muitos dias, ela resolveu ir à biblioteca. _Moça, tem o livro reinações de narizinho? _Só um momento, que eu vou conferir. [...] Este foi emprestado agora há pouco. Você está interessada em algum outro? _Pode ser... Quanto é o empréstimo? _ 10 reais! _Não, obrigada... Não tenho dinheiro... _Quem sabe numa próxima... Volte sempre! Então, no dia seguinte, a menina magra voltou na casa da menina gorda. _O livro chegou? _ NÃO, me desculpe! Voltava então, todos