ciência, senso comum e revoluções ciêntíficas
Marivalde Francelin, aborda o conhecimento científico, realizando uma revisão de partes de sua constituição. Francelin, levanta aspectos da relação entre ciência e outras áreas de conhecimento como filosofia, religião, senso comum.
É exposto inicialmente algumas ideias e conceitos sobre ciência, senso comum e revoluções científicas, a partir da exposição dos conceitos são geradas discussões sobre os temas, mostrando algumas de suas características e como se relacionam entre si.
Francelin ao discutir a respeito da definição de ciência, considera essa questão a mais difícil de ser respondida. Segundo Freire Maia, essa recusa ocorre por três motivos, primeiro, toda definição é incompleta; segundo, por ser uma tarefa complexa; terceiro, existem muitas definições sobre o tema e nenhum acordo entre elas.
A ciência, segundo Morais, mais que uma instituição é uma atividade complexa e abstrata, o que conhecemos concretamente são os cientistas e os resultados dos seus trabalhos. Ela não se reduz aos experimentos, o experimento científico é o ponto para o desenvolvimento de algumas áreas da ciência, não sendo o caso das ciências humanas e sociais.
Para Whitehead, a filosofia é uma visão geral das ciências, precede a prática e tem o objetivo de harminizar e completar. Lembrando, entre filosofia e ciência existe uma relação constante de ruptura e reconciliação. Ciência e filosofia já estiveram do mesmo lado, segundo Moles, essa ruptura acontece no Renascimento, quando a filosofia se torna mais abrangente e a ciência procura tudo dominar. No entanto, a ciencia não pode explicar tudo. Ao longo do tempo a ciência também foi distanciado-se da religião, substituindo essa, como afirma Morin “estruturando-se enquanto conhecimento autônomo e independente”. Graças as lacunas deixadas pela ciência moderna, refez-se a