Caso dos Exploradores de Cavernas
João Otávio de Medeiros Felinto Rabêlo
Introdução ao Estudo do Direito
Airton Romero
Direito – 1NA
CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNAS
Natal – 2013
Desde já, expresso que é um caso de certo modo complicado, mas com análise, basta visões e interpretações com base na lei do Estado para a resolução do caso.
O líder dos exploradores, Whetmore, propõe um alternativa para que os exploradores possam sobreviver a mais alguns dias já que eles estão sem suprimentos; tirar na sorte quem seria morto e serviria de comida para seus companheiros; no entanto, o próprio Whetmore recua em sua própria decisão e decide não mais realizar essa ação, contudo, ele foi, de certa forma, “obrigado”, pois na vez de Whetmore quem tirou os dados foi outro explorador, então ele tirou o menor número e por consequência foi morto e serviu de alimento.
A defesa afirma que dentro de caverna as leis do Estado não mais funcionam, que ali só atinge o Direito Natural, ou seja, a base da essência humana, uma “lei natural”, mas eles não estão fora do Estado, porque deveriam ser isentos a lei positiva só porque estão dentro de uma caverna? Creio que devem sofrer a sentença com base no Direito Positivo, pois eles sabem que viviam e vivem em sociedade, com isso, levam os conceitos Positivo em si, sabendo que o ato de tirar a vida de outrem é totalmente conta a lei.
Outro preceito que a defesa cita é sobre as vidas que foram levadas de operários para resgatar os exploradores, que a vida dos trabalhadores deveriam “suprir” a morte de Whetmore, isso é totalmente fora de nexo, se os operários morreram em trabalho, deve-se ser analisado em outro caso totalmente diferente, porque nada se compara com caso dos exploradores.
Por fim, o último juiz diz que nesse julgamento deve-se levar em conta a opinião pública. Isso é totalmente contra a ética de qualquer julgamento, nenhum jurista deve ser induzido por pessoas que