Caso Disney
CASE STUDY – The Walt Disney Company: The Entertainment King
Abril de 2013
Nelson Bento Pereira
Aluno n.º 200802794
1. Porque foi a Disney bem-sucedida durante tanto tempo?
A Disney, mais que qualquer outra marca no Mundo, representa o sonho e a nostalgia de ser menino para sempre. Em boa verdade, o que a Disney tem para vender não são filmes, brinquedos, programas de televisão ou viagens. A Disney vende fantasia. E é por isso que a Disney vai ter sempre uma vantagem comparativa relativamente a qualquer concorrente enquanto o consciente coletivo dos consumidores lembrar uma infância acompanhada pelo Pateta, pelo Timon ou pela Cinderela. A Disney foi capaz de, ao longo das últimas décadas, capitalizar ao máximo o seu passado único, reciclando estrategicamente personagens e histórias que apresentou a novas gerações de crianças e pais, num conceito de entretenimento familiar.
O mundo de fantasia criado pelos criativos da Disney ao longo de décadas deu origem a parques e lojas temáticas, protegidos pelos direitos de propriedade intelectual das personagens da marca, fáceis de replicar do ponto de vista técnico e criativo, mas com a dificuldade de gerar a influência que as personagens Disney têm no consciente coletivo, pelo menos no curto prazo. Foi este o primeiro fator de sucesso da empresa: a dificuldade de replicar a história da marca e das suas personagens no curto prazo dificulta a entrada de concorrentes no mercado.
Nenhum modelo de negócio dura para sempre. A aceitação deste facto origina o segundo fator de durabilidade da empresa: diversificação. A procura de novas áreas de negócio permitiu reduzir o risco do definhamento da área criativa e a estagnação dos resultados operacionais da empresa.
2. O que fez Michael Eisner para rejuvenescer a Disney? Mais especificamente, como garantiu o aumento do rendimento líquido nos primeiros quatro anos?
O passado de Eisner e da restante equipa de gestores de topo na indústria cinematográfica