Carta Batimétrica
Laboratório de Gestão Ambiental em Reservatórios.
Alan Vieira Gonzaga
A carta batimétrica é usada para demonstrar a medida de profundidade com precisão submétrica através de curvas cartográficas, as quais são alcançadas pela combinação de coordenadas geográficas (latitude e longitude) adquiridas por GPS, e profundidades, medidas com sonar Ohmex. Na confecção da carta batimétrica da lagoa principal localizada no município de Lagoa Santa, foram usados dois aparelhos para o estabelecimento das coordenadas geográficas, sendo um de coordenadas universais Datum WGS-84 (D-GPS Trimble AGGPS 132) para se fazer as curvas cartográficas da lagoa, e outro de coordenadas brasileiras SAD-69, cujos dados são usados para o georeferenciamento do contorno da lagoa pelo programa Didger. Posteriormente, os dados SAD-69 serão convertidos em coordenadas globais pelo programa Coordtrans, afim de se obter a uniformidade no padrão matemático das coordenadas para a construção da carta batimétrica. Por fim o mapa é gerado no programa Surfer através de um método de interpolação dos dados chamado de Krigagem, método esse usado por ser o mais exato na elaboração da malha de predição dos valores que culminarão nas curvas batimétricas. Depois de pronta a carta batimétrica, pode-se relacioná-la sob vários aspectos nas análises de contexto limnológico, seja nas características físicas da lagoa, com auxílio na geração dos aspectos morfométricos, seja na elaboração de cartogramas, permitindo uma visualização da distribuição de diversas variáveis na lagoa como um todo.
Carta Batimétrica da Lagoa Principal em Lagoa Santa.
Laboratório de Gestão Ambiental em Reservatórios.
Alan Vieira Gonzaga
A carta batimétrica é usada para demonstrar a medida de profundidade com precisão submétrica através de curvas cartográficas, as quais são alcançadas pela combinação de coordenadas geográficas (latitude e longitude) adquiridas