CAPÍTULO SEXTO DE CASSOL
Regras Relativas ao Estabelecimento das Provas
Os fatos sociais devem ser vistos como “Coisas” e não como hipótese, assim pode-se fazer uma Ciência Sociológica, vale ressaltar que Émile Durkheim não define o que é o fato social, mas sim suas características.
O fato social é uma pressão social, que tem a finalidade de enquadrar o individuo em seus padrões, é fácil de reconhecê-los quando você se coloca em oposição, exemplo: O casamento, se um individuo se opõe a casar-se, ocorre à coerção pela sociedade que acabar desencadeando uma sanção. Mas “Como comprovar um fato social?”. A Ciência Social por ser Ciência, respeita o principio de causa e efeito, então a causa tem ligação com o efeito e vice e versa. Mas os fatos sociais são muito amplos e abstratos, sendo assim não pode ser demonstrado. Nas Ciências biológicas aplica-se a lei da comprovação, mas na ciência social a maneira de comprovar o fato social e comparação, dos usos presentes e ausentes e perceber-se há mudança nos fatos.
As regras relativas ao estabelecimento das provas são classificadas em: 1) o método comparativo ou experimental indireto da prova na sociologia; 2) o método das variações concomitantes como instrumento da investigação sociológica. Vale ressaltar que o método comparativo é o único que importa a sociologia, pois, ele é independente de toda Filosofia e é objetivo. O método das variações concomitantes. Por que ele; diferentemente dos métodos da concordância e da diferença, permite que sejam analisados apenas alguns fatos. Entretanto, para que produza os resultados desejados deve ser realizado com rigor.
As variações sociais não devem ser analisadas isoladamente, mas sim em série.
Antes o estudo dos métodos sociológicos, Durkheim deixa claro que o método é independente da filosofia e a observação dos fatos da realidade social mostrar a necessidade da sociedade. A objetividade dos fatos sociais que são coisas é o princípio que determina o método, a ordem lógica da prova