BRASIL
Renata e Giovanna
A SÃO PAULO DE TAIPA: CIDADE VELHA
Café chega em SP prosperidade, riqueza e aumento da população, porém todo o centro histórico se encontra ocupado
Poucos terrenos vagos, muito expremido
Cidade crescia, enriquecia necessidade de adensamento que acabou lenvando à verticalização
Edifícios comerciais 3 a 4 andares no estilo eclético (“aspecto europeu”)
Construções justapostas umas às outras
Telhados piramidais de telhas de Marselha
Telhados concluídos com platibandas decoradas
Casas mais velhas obrigadas a retirar antigas rótulas, balcões treliçados e gelosias mouriscas (mudanças e retiradas obrigatórias desde a chegada do Rei no BRA)
Necessidade de modernizar e reformular a cidade, porém, não muito aceito por todos
2ª metade do século XIX, alguns ainda “teimavam” em construir em taipa e “viver à antiga”
Cronistas chegaram a criticar o governo. Este começou a multar aqueles que não se adequavam às mudanças
Mudanças: tipos de rótulas, caixilhos, portas. Exigência de que as janelas deveriam abrir para fora, etc.
Porém, apesar dos esforços, foram poucas as construções antigas que sobreviveram às mudanças
A SÃO PAULO DE TIJOLO: CIDADE NOVA
No centro, houve um desenvolvimento de novos partidos pr’pprios de alvenaria de tijolos
Edifícios públicos, não agrupados ou justapostos um ao outro como na taipa, para mostrar todas as faces do edifício e toda a potencialidade do tijolo
Potencialidades do tijolo: maiores vãos
Proximidade das janelas
Etc.
Construções luxuosas feitas longe do centro velho (Campos Elíseos, novos arruamentos depois da Liberdade) onde havia bonde a vapor e outras coisas relacionadas à modernidade.
Proximidade também da classe média abastada que viviam nas chácaras
Palacetes
Grandes jardins
Recuos facultativos (diferentemente das construções no centro)
DO PARTIDO ARQUITETÔNICO COLONIAL AOS NOVOS PARTIDOS RESIDENCIAIS