Avaliação mediadora no ENSINO MÉDIO
Em todas as séries e graus o acompanhamento exige o aprofundamento teórico dos professores, em duas dimensões: teorias do conhecimento e domínio das disciplinas específicas. O processo de alfabetização e a educação infantil, por exemplo, constituem campos particulares e desafiadores de avaliação. Cada professore a partir de sua área específica, tem condições de encontrar a sua própria resposta a esse desafio. Realtórios devem expressar avanços, conquistas, descobertas, relatar o aluno em sua individualidade. O registro é a imagem de um trabalho, então, mudar a prática não é tão somente mudar apenas as formas de registro.
Avaliação Mediadora no ensino de 2º e 3º graus
Muitos educadores percebem a possibilidade de uma avaliação inovadora como restrita aos professores de 1º grau.experiências realizadas com professores do 2º e do 3º graus revelam a possibilidade de uma avaliação mediadora nesses graus de ensino.
Posturas conservadoras
Observa-se nas licenciaturas a reprodução de práticas avaliativas características: práticas ora permissivas (modelos de curso e formação que raramente reprovam), ora reprovativas ( Matemática, Física,
Química...), ou seja, recorr~encia da história vivida por todos na escola de 1º e 2º graus
Alunos desinteressados e desatentos?
Há que se considerar como o professor concebe a realçaõ sujeito e objeto na produção do conhecimento.. Se concebe a aprendizagem como algo exterior ao sujeito. Numa visão behaviorista, o professor “dá’ aula, o aluno “pega” as explicações e cumpre as tarefas. O professor observa o aluno e avalia nele o que pode ser palpável, mensurável. O que importa é demonstrar que aprendeu; se a aprendizagem provocou modificaão de comportamento, já é problema do aluno...
Uma postura diferenciada, exigiria compreender que a aprendizagem deve pressupor experiências vividas pelos sujeitos o que torna os elementos da ação educativa,