ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA CETOACIDOSE DIABÉTICA
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA CETOACIDOSE DIABÉTICA Cecília Aparecida Federle 1
Raquel do Rocio Almeida 2
Rosiane Aguiar Monteiro 3
Maria Emília Marcondes Barbosa 4
RESUMO
A principal complicação no diabetes mellitus tipo 1 é a cetoacidose diabética (CAD).
Emergência clínica que requer intervenções imediatas e efetivas. A metodologia utilizada no estudo foi a revisão integrativa da literatura, que teve como objetivo identificar as intervenções de enfermagem ao paciente com cetoacidose.
Utilizaram‐se as bases de dados Scielo; Lilacs e Medline, e como descritores:
“cetoacidose diabética, emergência”; “cetoacidose diabética, enfermagem”;
“cetoacidose diabética, urgência”; “cetoacidose, cuidados”, no período de 2000 ‐
2010. Resultado: A assistência de enfermagem frente ao quadro de CAD deve estar pautada no conhecimento cientifico, a fim de alcançar a integralidade da assistência adequada e de qualidade.
Palavras‐chave: Cetoacidose diabética, urgência e emergência, enfermagem.
INTRODUÇÃO A cetoacidose diabética (CAD) é caracterizada por incidência abrupta, geralmente constatada nas unidades de urgências e emergências e requer tratamento rápido e eficaz. É considerada uma complicação séria do diabete mellitus (DM) tipo 1, entretanto, também pode ocorrer no diabetes mellitus tipo 2, embora não seja tão comum e não em uma extensão significativa, este quadro é caracterizado por polidipsia, polifagia, poliúria, perda de peso, fraqueza, pele e mucosa desidratada, diminuição do turgor cutâneo, olhos encovados, rubor facial, visão turva, náuseas, vômito, dor abdominal, sonolência, desorientação, letargia, hálito cetônico, hipotensão, hiper‐ventilação, alteração do nível de consciência e graus variados de desidratação, que