ASSITENTE SOCIAL
O SER “MULHER” NA SOCIEDADE.
Violência um problema de Saúde Pública na qual afeta a população mundial e esta tomando grande proporções não é só um problema atual e sim que vem de varias gerações e séculos, desde o período colonial segundo Giordani (2006, pag,68) “era permitido aos maridos castigar suas companheiras com chibatadas”, por isso temos indícios fazem parte das nossas raízes culturais, trazidas pelos colonizadores europeus. Acredita se que na mitologia grega os deuses criaram os homens e depois criaram a mulher para levá-los a perdição, logo em seguida vem o relato bíblico que é a perda do paraíso foi culpa da mulher, Eva descumprindo a ordem de Deus come o fruto proibido e leva Adão a comer o fruto o resultado disso é conhecido por todos. Na sociedade Feudal elas eram muito mais vitimizadas não só pelo homem, marido, pai e filho mas pelas religiões consideradas um portal de pecados e pesavam em cima como bruxarias e hermetismo que as levaram a tortura e a fogueira. Segundo Giordani apud Del Priore (1993) “A igreja fazia severas vigilâncias e até os conventos foram proibidos para que elas se voltassem apenas para a organização familiar”. Assim Aristóteles um grande filosofo tinha um pensamento comum da época da seguinte forma. “A mulher é mulher em virtude de uma deficiência, que devia viver fechada em sua casa e subordinada ao homem”. Pensamentos assim que perpetuou por muitos séculos que ate hoje elas sofrem as conseqüências pelo machismo dos homens, Então a violência acaba sendo uma questão de cultura e de raízes muito machista e patriarcal, e as mulheres que deixavam de cumprir seus deveres eram açoitadas e com o passar dos séculos foram consideradas “sexo frágil” e ainda nos dias atuais a mulher é tratada sobre opressão e submissão. Rifiotis (1997) menciona que,
Nos séculos anteriores, a mulher, por ser vista como mais frágil em vencer as tentações, era culpada pela infelicidade do homem, sendo transformada em símbolo do mal, o