As irmandades na Oeiras Oitocentista
Centro de Ciências Humanas e Letras
Campus Universidade Professor Possidônio Queiroz – Oeiras-Pi
Cordenação Curso de Licenciatura Plena em História
Disciplina: Métodos e técnicas de Pesquisa em História
Professora: Angela Maria Macedo de Oliveira
As Irmandades religiosas na Oeiras Oitocentista Daniela Roxany Alves Rodrigues
Introdução
No seculo XVII o Piauí era um corredor migratório de tribo de indios vindos de Pernambuco e Maranhão e também do traslado do gado da Bahia e Para. O desenvovimento do Piauí só ocorre na metade do século XVII com expedições de badeirantes paulitas e baianos, e missões jesuíiticas, que chegaram aqui e se ficram, formando povoados no “Sertão do Piauguty”, que posteriomente tonaram grandes fazendas de gado. (SANTOS, 2012)
A colonização do Piauí se fez nos anos de 1660 a 1667, um periodo em que grandes proprietarios de terras e escravos e caçadores de índios, paulistas e baianos, ocupam as terras piauienses. O desvabramento do Piauí se deu com os bandeirantes, com a finalidade de reprimir a resistência de indios e negros formadores de quilombos. Os bandeirantes saíam de São Paulo e corriam o litoral ate o Paraná, e se fincavam no interior do Brasil. Assim os bandeirantes paulistas chegando à bacia do Rio São Francisco e as suas margens no Piauí por volta de 1662. Fiquisando currais de gados por quase toda a margem do Rio Poti, e esterminado os indios presente na região. (SANTOS, 2012)
Nesse periodo o Piauí era assitido religiosamente pela Freguesia de Nossa Senhora da Coceição do Cabrobó, que era diocesse de Pernambuco, do qual era membro. Só em 1697 que os fagendeiros e os agregados da região decidem pela edificação de uma nova freguesia. No mesmo ano o Padre Miguel de Carvalho recebendo a autorização do bispo dom Frei Francisco de Lima, a instalar a Freguesia de Nossa Senhora da Vitória do Brejo da Mocha, em uma capela feita pelos maradores presentes, que recebeu o mesmo