Arte pré pop
ARTE POP
Os artistas do pré-pop Rauschenberg e Jasper Johns no início dos anos sessenta, re-introduziram a imagem reconhecível, superando o Expressionismo abstrato, isso abriu o caminho para artistas que colhiam temas diretamente da cultura popular (pop). Com um estrondoso WHAAM!, os quadros derivados de história em quadrinhos de Roy Lichtenstein tomaram como alvo direto a arte abstrata dos anos cinqüenta. Além de Lichtenstein, artistas como Andy Warhol, Claes Oldenburg e James Rosenquist, todos com carreira comercial anterior, basearam seus trabalhos nas imagens dos anúncios em neon da Times Square, da comunicação de massa e da propaganda.
Esse retorno aos temas pictóricos figurativos estava longe de ser um retorno à tradição. A arte pop elevou a ícones os mais crassos objetos de consumo, como hambúrgueres louça sanitária, cortadores de grama, estojos de batom, pilhas de espaguete e celebridades como Elvis Presley. “Não há motivo para não considerar o mundo um grande quadro", disse Rauschenberg. Os artistas pop também faziam arte impessoal, reproduzindo garrafas de Coca-Cola ou caixas de sabão em pó num estilo anônimo como um impresso. Com espírito bem-humorado, a nova arte apagava a pretensão da pintura de ação.
Em 1962, os artistas pop despontavam no super estrelato como cometas nos quadrinhos de super-heróis. Era fácil gostar do pop, As cores brilhantes, os desenhos dinâmicos às vezes ampliados em tamanho heróico e a qualidade mecânica lhe davam uma lustrosa familiaridade, da noite para o dia, o pop se tornou um fenômeno de marketing tanto quanto um novo movimento artístico.Os colecionadores comparavam a disparada dos preços com a alta de suas ações da IBM. Enquanto isso, o estoque ultrapassado do Expressionismo Abstrato deixava as galerias fora de combate. Um invejoso colocou um cartaz ao lado da exposição de latas de sopa Campbell de Warhol: "Compre a própria por 29 cents”.
Para o arquiteto Philip Johnson, colecionador de pop, arte era