Arte do Brasil Império
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil fará com que a produção de arte, até então claramente orientada pelos valores barrocos, modifique sua estrutura para formas mais pomposas e sofisticadas na arte
Dom João VI chega ao Brasil em 1808 devido aos problemas comerciais que enfrentava com a França, por romper o tratado imposto, intitulado de Bloqueio Continental
As primeiras providências que toma são importantes para o Brasil: abre os portos para o comércio, cria a primeira imprensa com a Gazeta Carioca e inaugura o Banco do
Brasil. Está sediado no Rio de Janeiro
Na busca de uma vida mais próxima àquela que a corte vivia na Europa recebe em
1816 um grupo de artistas franceses dirigidos por Joaquim Le Breton, que mais tarde, seriam conhecidos como: A Missão Artística Francesa
A Missão artística francesa institui nas terras locais o mecenato oficial e a valorização de artistas vivos e atuantes através do mecanismo de produção, exibição e aquisição de obras, ajudando a difundir um gosto mais sofisticado pela imagem do Neoclassicismo europeu
Composta por uma série de artesãos e artistas de diferentes atuações, o grupo da
Missão leva a pensar na intenção pretendida por Don João VI quanto à formação de uma escola de artes e ofícios
Dentre seus representantes temos: os pintores de história = Jean Baptiste Debret e Nicolas Antoine Taunay; o escultor = Auguste M. Taunay o cunhador de medalhas = Charles Simon Pradier o arquiteto = Grandjean de Montigny
A riqueza do café e o do açúcar é que impulsionavam o país e vinha também dessa fonte o gosto pela aquisição burguesa de obras de arte que giravam no período entre o gosto oficial Neoclássico ou Romântico. Além disso, outra veia estilística forte, de ordem mais burguesa, era o Paisagismo representado pelo Grupo Grimm.
A primeira proposição sobre a vinda desse grupo para o Brasil só se concretiza 10 anos depois de sua chegada. Em 1826 funda-se a Academia Imperial de