Apresenta O Cristiano
ORGANIZAÇÕES
DINAMARA CHIARELLO DOLENKEI
CELSO RIGON
JÉSSICA MULLER
VINICIOS ZANOL
RICARDO DOS SANTOS
Orientador: Prof. Ms Cristiano Morais
Nas décadas de 70 e 80 um novo critério – o caráter estratégico – passou a ser considerado como critério para avaliar a efetividade dos modelos de gestão de recursos humanos, buscando o melhor encaixe possível com as politicas empresariais e os fatores ambientais.
É imprescindível que a instituição tenha clareza de sua missão e que esta possa ser compartilhada por todos os membros e parceiros e compreendida por eles.
A gestão de pessoas deve estar inserida na gestão do próprio negócio e para isso é preciso pensar a Empresa como um
Sistema Integrado em todas as suas instâncias.
Há quatro níveis de valores qualitativamente diferentes que são:
Os recursos: São os contingentes físicos, materiais e humanos.
Este nível é tangível e pode ser medido.
Os processos: Compreendem os fluxos vitais da empresa.
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As relações: Acontecem entre as pessoas. Não são visíveis como os recursos, nem lógicos ou racionais como os processos. A identidade: Considera a história, a cultura, os valores e missão da empresa; Não ocupa espaço ou tempo. Está no nível de consciência e intuição. É a essência da organização.
As empresas excelentes são aquelas que, além de cuidar de recursos, processo e desenvolvimentos das pessoas, também conseguem trabalhar as competências básicas dos ambientes de negócios. Verificamos a importância de se ter em mente que cada nível vai exigir das pessoas habilidades diferentes. A organização que aprende, promove as ações que permeiam a vida organizacional como também o desenvolvimento das pessoas, tais como:
Comunicação e colaboração: a comunicação flui em todas as direções, trabalha-se em grupo, existe colaboração da equipe.
Solução de Problemas: sabe-se reconhecer, definir e implementar soluções criativas as problemas, gerando novas idéias e checando resultados.
Conhecimento