Análise documentário fallujah
(Documentário)
Lágrimas dos Inocentes
Guerras e violência extrema vêm prejudicando o desenvolvimento de inúmeros países e continentes durante toda a história da civilização. Além disto, afeta milhares de seres humanos inocentes diariamente, submetendo-os a doenças, danos físicos e ferimentos intensos. Em pleno século XXI, alguns estados e governos aparentam não encontrar alternativas, se não a violência, para conflitos e problemáticas encontradas. Porém, a que ponto chegará a sociedade para “vencer” uma batalha? No documentário "Falluja: Uma Geração Perdida?", podemos observar claramente as consequências na população de uma pequena cidade resultantes de uma guerra iniciada em 2002, que tinha como objetivo a investigação da presença de armas de destruição (químicas e biológicas) em massa que poderiam colocar em risco os Estados Unidos e seus demais aliados. Oito anos após a guerra, o local ainda é considerado uma das primeiras cidades a combater as forças americanas e a resistir contra a sua ocupação, tornando-se assim, um símbolo de revolta contra os Estados Unidos da América. Entretanto, nos perguntamos quais os custos destas ações? A cidade acabou se tornando um “laboratório de guerra” para os EUA, sendo usada para testes de armas nucleares e equipamentos com o uso de substâncias químicas proibidas. Considerado um dos países mais desenvolvidos e poderosos econômica e socialmente, os EUA ignoraram diversas leis e declarações ao usar estes tipos de armas e equipamentos contra o Iraque. O uso de Urânio e Fósforo Branco, por exemplo, vão contra a saúde e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, já que deixam sequelas extremamente assustadoras (malformação em recém-nascidos, cânceres entre outras doenças) na população afetada e deveriam ser totalmente proibidos na produção de armas e equipamentos de guerra. Todavia, foram usados livremente, apesar de não admitidamente, na cidade de Falluja. Desta forma, se as