ANTIGAS CRENÇAS GREGAS A RESPEITO DA ALMA E O CULTO AOS MORTOS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA – DCHF
HISTÓRIA DA ANTIGUIDADE
ANTIGAS CRENÇAS GREGAS A RESPEITO DA ALMA E O CULTO AOS MORTOS.
ELABORADO POR:
FEIRA DE SANTANA
2011
ELABORADO POR:
ANTIGAS CRENÇAS GREGAS A RESPEITO DA ALMA E O CULTO AOS MORTOS.
Trabalho apresentado para avaliação da disciplina História da Antiguidade do Curso de Licenciatura em História da Universidade Estadual de Feira de Santana ao docente
FEIRA DE SANTANA
2011
Antigas crenças gregas a respeito da alma e o culto aos mortos.
A alma e a morte, concepções gerais dos gregos antigos.
No capitulo um do seu livro A cidade antiga, Fustel de Coulanges começa o subtópico denominado “crenças sobre a alma e a morte” afirmando que:
Conforme as mais antigas crenças dos romanos e dos gregos, não era em um outro mundo que a alma ia passar essa sua segunda existência; permanecia junto dos homens, continuando a viver na terra, junto deles.
Acreditou-se mesmo, por muito tempo, que nesta segunda existência a alma continuava unida ao corpo. Nascida com o corpo, a morte não os separava; alma e corpo encerravam-se no mesmo túmulo (COULANGES, 1975: 11).
O ser humano, durante toda a sua existência, contempla o quão majestoso é, e vive tentando explicar todos os fenômenos a sua volta, e foi assim desde os tempos mais remotos, tentava explicar coisas simples, como a chuva que cai do céu, até coisas mais complexas, como o surgimento de todo o universo. E a morte por sua vez não deixa de ser objeto de questionamento para os povos, tanto antigos como dos nossos dias, todos vivem e sabem sobre as coisas vivas, se não às sabem pelo menos às vêem, então o que está morto, o que não é mais animado aos olhos humanos os intriga, e surgem às perguntas mais obvias; “para onde vamos depois que morremos?”.
É de certo para todo homem que os seus restos mortais, tanto enterrados ou cremados são depositados