AMOR SEM ESCALAS
No modelo econômico contemporâneo, o capital intelectual de uma empresa representa um diferencial de mercado, demonstrando a importância de se adotar um papel proativo para o desenvolvimento das competências críticas humanas, maximizando a inteligência organizacional requerida para o sucesso do negócio.
Na era da informação, o conhecimento é o novo motor da economia mundial, fazendo com que o capital humano passe a representar o maior ativo corporativo, a partir do seu conhecimento e know-how. As pessoas se constituem no principal diferencial competitivo, considerando que são elas que aprendem e podem abrir espaço para o compartilhamento do saber nas empresas, contribuindo, assim, para que o aprendizado coletivo se transforme em capital intelectual. Para que isso aconteça, as empresas precisam promover o aprendizado em seu ambiente, gerando possibilidades de desenvolvimento contínuo, assegurando a sustentação de suas vantagens competitivas e oportunizando tanto o crescimento pessoal quanto o desenvolvimento profissional.
Na sociedade do conhecimento, a educação para o “pensar” é o que promove a prosperidade, tornando a aprendizagem organizacional uma necessidade. Dentro deste novo conceito, o valor não está na aprendizagem adaptativa, mas principalmente na generativa, que expande a capacidade da organização para a criação do futuro.
A gestão do conhecimento é definida por Angeloni (2002, p. XVI) como sendo “um conjunto de processos 7 que governa a criação, a disseminação e a utilização de conhecimentos no âmbito das organizações”.
A gestão do conhecimento abrange várias áreas temáticas que se inter-relacionam, como a gestão por competências, a educação corporativa e a aprendizagem organizacional, as quais contribuem para o desenvolvimento do capital intelectual da empresa, maximizando a sua inteligência competitiva.
Analisando o filme sobre a ótica da Administração,