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“Sinto-me tão perfeitamente copta que, para me distrair, verso para esta língua tudo que me passa pela cabeça; falo copta sozinho já que ninguém poderia me entender.” Jean-François Champollion – Falando sobre a possível língua originada do Egípcio antigo
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Sumário
1.Introdução
2. A procura da imortalidade através da arte
2.1 A arte nas mumificações
2.2 Os grandes túmulos e templos
2.2.1 Templo de Khonsu
2.2.2 As Pirâmides
2.3 O Livro dos Mortos
2.4 A arte egípcia
2.4.1 Pintura
2.4.2 Escultura
2.4.3 Arquitetura
2.4.4 Música
3. Escrita
3.1 Escribas
3.2 O que era o papiro.
3.3 Hieróglifos
3.4 A Pedra de Roseta
3.4.1 Champollion o tradutor
4. Ciência do Egito
4.1 Ciência política do Egito
4.2 Ciência da Mumificação
4.2.1 Medicina
4.3 Ciência em torno do rio Nilo
5. Podemos entender a cultura egípcia nos tempos modernos?
5.1 O fim do Egito segundo Roma
6. Conclusão
7. Referencia Bibliográfica
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1 – Introdução
O Egito é conhecido em sua língua nativa como Kemet, situado no norte do continente Africano ocupando também a península do
Sinai na Ásia, o que o torna um estado em 2 continentes. Faz divisa com a Líbia, o Sudão, com a faixa de Gaza e Israel, assim como também é banhado pelo mar mediterrâneo ao norte, e pelo mar vermelho no litoral oriental. Tem como capital a cidade do Cairo.
Bandeira do Egito
Também é um dos mais populosos
The
Oxford
Illustrated
History of Ancient Egypt paises da África atingindo o número de 80 milhões no ano de 2007, sendo que sua grande maioria vive as margens do rio Nilo, sendo a única área cultivável do País com cerca de 40 000 km². Este país geograficamente apresentado agora é conhecido principalmente pelo que ele foi no passado, e pelas marcas que